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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Vizinhos dos Romanos: Francos Sálios

Os francos sálios eram um subgrupo dos antigos francos que originalmente vivia ao norte das fronteiras do Império Romano, na área costeira acima do Reno no norte dos atuais Países Baixos, onde hoje ainda há uma uma região chamada Salland. Os reis merovíngios, responsáveis pela conquista da Gália, eram de ascendência sália. Do século III em diante, os francos salianos aparecem nos registros históricos como um povo guerreiro germânico e piratas, assim como laeti (aliados dos romanos). Eles foram a primeira tribo germânica vinda de fora das fronteiras que se estabeleceu permanentemente em terra romana.

Os sálios adotaram completamente a identidade franca e cessaram de aparecer com seu nome original a partir do do século V, quando eles transformaram-se em francos por excelência.[1] Isto ocorreu muito tempo antes que os francos ripuários fossem mencionados pela primeira vez. A Lex Ripuaria, que se originou por volta de 630 nos arredores de Colônia, tem sido descrita como um desenvolvimento posterior das leis francas conhecidas a partir da Lex Salica. Ao contrário da opinião popular, não havia divisão dos francos entre sálios e ripuários.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Sociedade Romana


A sociedade romana foi organizada de outro modo com o estabelecimento do Império.

Ao alcançar o governo de Roma, Caio Otávio teve grande habilidade em conduzir uma série de reformas que modificaram as feições da administração e da economia no país. Nesse sentido, ele visava fortalecer a nova ordem sem, para tanto, dispor necessariamente de dispositivos de poder autoritários. Sob tal aspecto, acabou interferindo na organização da sociedade daquela época ao estabelecer novos critérios de classificação entre os cidadãos romanos.


Durante muito tempo, a determinação dos direitos políticos e individuais foram realizados por meio do nascimento de cada romano. Era por essa razão que, durante uma parte do período republicano, os plebeus, mesmo se enriquecendo com o artesanato e o comércio, não usufruíam os mesmos direitos que os patrícios. Ao longo do tempo, esse tipo de diferenciação acabou fomentando uma série de revoltas que deixavam a sociedade romana a mercê das desavenças e da instabilidade.
Visando superar tal estrutura, o imperador Otávio Augusto determinou uma nova ordenação social baseada na condição econômica apresentada por cada um dos indivíduos. Dessa forma, foram criadas as ordens Senatorial, Equestre e Inferior. Seguindo tal hierarquia, a Ordem Senatorial era basicamente composta por cidadãos que comprovassem uma renda superior a um milhão de sestércios, moeda de prata empregada na economia romana daquela época.


Os membros da ordem Senatorial poderiam se candidatar aos mais importantes cargos públicos existentes em Roma e se diferiam dos demais utilizando uma tarja púrpura em suas vestes. Logo em seguida, os pertencentes da Ordem Equestre constituíam uma classe intermediária que teria de comprovar uma renda superior a quatrocentos mil sestércios. Com tal fortuna, ele teria o direito de participar de votações e exercer alguns dos cargos públicos disponíveis.


Por fim, a Ordem Inferior, todo aquele que tivesse uma renda inferior a quatrocentos mil sestércios, dispunha de vários direitos, mas não poderia ocupar cargos públicos ou interferir em nenhuma das eleições organizadas na época. Em uma rápida observação, vemos que o regime imperial determinava maiores privilégios àqueles que tinham uma condição econômica mais avantajada. Contudo, a prosperidade dos primeiros séculos não abriu portas para rebeliões de maior impacto.

Além dessas ações de ordem política, o imperador Otávio Augusto também impôs uma série de leis em que buscava interferir nos costumes romanos. Segundo ele mesmo, a prosperidade trouxe uma situação de “relaxamento dos costumes” que poderia provocar a ruína de toda a população. Desse modo, ele incentivou o crescimento das famílias romanas, a fixação de população em áreas rurais e a punição contra as mulheres que cometessem adultério.


http://www.suapesquisa.com/imperioromano/sociedade_romana.htm

Pitágoras


Anquises transmitiu a Enéas, em seus ensinamentos, a compreensão da natureza humana de acordo com as doutrinas de Pitágoras.

Pitágoras nasceu na Ilha de Samos (em 540 A.C), porém passou a maior parte de sua vida em Crotona, Itália. Pitágoras em sua juventude viajou por vários lugares, como Egito onde, segundo ele, tinha recebido informações sobre os mistérios dos sacerdotes, além de percorrer até a Pérsia e Índia.

Em Crotona Pitágoras demonstrou suas qualidades espetaculares e logo atraiu um grande número de pessoas que passaram a ser seus discípulos, criando uma sociedade que buscava de forma efetiva a sabedoria, e eram exigidas as práticas de atitudes de pureza e simplicidade.

Pitágoras, em sua plena sabedoria e conhecimento, acreditava que os números tinham uma função fundamental na criação e surgimento de tudo, e determinante na constituição do universo, a partir da análise de alguns números ele traçava relações a cerca dos mistérios inseridos na complexidade das explicações do sistema do mundo.

Ele criou teorias intrigantes como a doutrina da Transmigração das almas, que significa que os possíveis castigos eram causados pelas ações humanas, e que a alma não morre, ela se move a todo instante.

Segundo os ensinamentos de Pitágoras, no centro do universo há o princípio da vida, onde está presente o fogo central, esse envolvido pela terra, lua, sol e cinco planetas, as distâncias entre os elementos equivalem a um traçado em escala musical, e os corpos celestes realizam uma dança em volta do fogo central.



 http://pt.wikipedia.org/wiki/Pit%C3%A1goras



sábado, 19 de fevereiro de 2011

A matemática dos romanos

A civilização romana alcançou um altíssimo nível de engenharia. Dessa forma o seu conhecimento em álgebra deveria ser muito avançado. Mas como podiam calcular com precisão usando o numeral romano onde o número zero inexiste?


A notação decimal (arábica) tornou a multiplicação bem mais fácil, ainda que alguns não concordem. Somar CLXXVII com XXIII não parece muito difícil, mas como multiplicá-los? 


Os romanos usavam seu próprio método para realizar multiplicações, possivelmente com caráter empírico. Ainda que o sistema sempre funcionasse nunca foram capazes de explicar matematicamente o por que.

As duas operações (duplicar e mediar) eram feitas rapidamente, devido ao freqüente uso, e porque sua notação assim facilitava. Exemplo: o dobro de 23 -> XXIII = XXXXIIIIII ->46. Sim, o certo seria XLVI, mas eles representavam assim pra ficar mais fácil.
Os algarismos romanos quando usados para representar os números arábicos tem a seguinte equivalência: I=1, V=5, X=10, L=50, C=100, D=500 e M=1000.

Qualquer símbolo diferente de M só pode ser repetido 3 vezes no máximo e um símbolo de valor menor à esquerda de um símbolo de valor maior deve ser subtraído do maior.



http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=818

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

"Curiosidades"

Vestuário:


            As vestes romanas eram, basicamente, confeccionadas em lã e os mais ricos também usavam linho, seda e algodão indiano.
            Os homens vestiam uma túnica sem mangas (subucula), calções (subligacula) e cobriam-se com uma capa larga, a toga. A toga branca ou com orla púrpura dos magistrados não podia ser usada por estrangeiros e escravos. Os homens mais pobres cobriam-se com uma capa simples, a paenula. Os legionários substituíam a túnica por um manto (sagum) e os generais usavam o paludamentum, de cor vermelha. Calçavam botas ou sandálias (soleae), consoante a estação do ano.
            As mulheres usavam uma túnica comprida (subucula) e, sobre ela, a stola, feita de tecidos mais ricos e bordados. Quando estava frio, cobriam-se com um manto de lã (palla). O cabelo era cuidadosamente tratado e preso com fitas, ganchos ou travessas. Adornavam-se, consoante as posses, com colares, brincos, pulseiras de ouro, prata, cobre e pedras preciosas.

O início do processo de contagem:
Você já usou muitas vezes os números, mas será que já parou para pensar sobre:
a.    Como surgiram os números?
O homem sempre teve necessidade de fazer contagens, por exemplo para saber o número de ovelhas do seu rebanho ou o número de guerreiro. Uma das primeiras formas de fazê-lo foi assinalar marcas nos ossos dos animais que caçava.

b.    Como foram as primeiras formas de contagem?
Os homens primitivos não tinham necessidade de contar, pois o que necessitavam para a sua sobrevivência era retirado da própria natureza. A necessidade de contar começou com o desenvolvimento das atividades humanas, quando o homem foi deixando de ser pescador e coletor de alimentos para fixar-se no solo.

O homem começou a plantar, produzir alimentos, construir casas, proteções, fortificações e domesticar animais, usando os mesmos para obter a lã e o leite, tornando-se criador de animais domésticos, o que trouxe profundas modificações na vida humana.

As primeiras formas de agricultura de que se tem notícia, foram criadas há cerca de dez mil anos na região que hoje é denominada Oriente Médio.

Podemos ver meios, onde os números aparecem: